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Quando é o momento de repensar seu MES?

O aumento dos custos, a flexibilidade limitada e um suporte deficiente estão levando fabricantes de celulose e papel a reavaliar suas estratégias de longo prazo para seus Sistemas de Execução da Manufatura (MES).

Um mercado de MES em transformação

Para muitos fabricantes de celulose e papel, os Sistemas de Execução da Manufatura (MES) têm sido, por muito tempo, considerados plataformas estáveis e críticas para o negócio, que só precisariam ser substituídas quando se tornassem tecnicamente obsoletas. Na prática, porém, o gatilho para essa mudança costuma ser mais amplo. O desempenho de um MES depende não apenas das funcionalidades do software, mas também da previsibilidade dos custos, do comprometimento do fornecedor, da evolução contínua do produto e da qualidade do suporte disponível quando a produção depende do sistema diariamente.

Atualmente, a decisão de reavaliar um MES é cada vez mais motivada por pressões comerciais e operacionais: aumento de preços, mudanças nos modelos de licenciamento, flexibilidade limitada e um suporte que já não atende às necessidades de operações críticas para a produção.

Os recentes movimentos do mercado mostram que as estratégias de MES precisam ser revisitadas ao longo do tempo. Mudanças nas condições comerciais, nas estruturas de preços, nos modelos de serviço ou na disponibilidade e qualidade do suporte podem ser sinais importantes. Para as fábricas, esse pode ser o momento ideal para avaliar se o sistema atual ainda oferece o nível adequado de controle, transparência e geração de valor no longo prazo. Também vale considerar se ele continua preparado para apoiar a próxima etapa da evolução digital da operação.

Isso é especialmente relevante para a indústria de celulose e papel, onde os sistemas de produção estão intimamente conectados ao planejamento, à qualidade, à logística e à rastreabilidade. Um MES com suporte inadequado pode gerar impactos que vão muito além da área de TI. Entre eles, maior tempo para resolução de problemas, aumento do trabalho manual, redução da confiabilidade dos dados de produção e mais dificuldades para implantar novas capacidades digitais em diferentes unidades industriais.

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Quando começar a buscar um novo MES

O momento certo para começar a avaliar alternativas normalmente é antes que o sistema existente se torne uma limitação para a operação. Alguns sinais de alerta incluem aumentos imprevisíveis de custos, migração forçada para modelos de licenciamento menos adequados, suporte lento ou pouco claro, evolução limitada do produto, dependência crescente de soluções paliativas desenvolvidas localmente e dificuldades de integração com ferramentas digitais modernas.

Em ambientes de produção que operam continuamente, o suporte não é uma questão secundária. Se um fornecedor não consegue oferecer um serviço confiável no longo prazo, processos claros de escalonamento e evolução contínua da solução, com equipe local no mesmo idioma e fuso horário, o risco operacional tende a aumentar com o tempo. Isso pode afetar o planejamento da produção, a rastreabilidade, o acompanhamento de desempenho e a confiabilidade dos dados de produção.

Um bom ponto de partida é responder a três perguntas práticas: o MES atual continua evoluindo de acordo com as necessidades do negócio? Os custos ao longo do ciclo de vida da solução e os compromissos de suporte são previsíveis? E o sistema facilita ou dificulta a padronização das operações entre diferentes fábricas? Se a resposta não for clara, uma avaliação estruturada pode ajudar a evitar decisões precipitadas no futuro.

Para empresas que operam várias unidades industriais, especialmente as que cresceram por meio de fusões e aquisições, essa avaliação também deve considerar o quanto o MES oferece suporte a formas de trabalho padronizadas. Um sistema preparado para o futuro deve permitir flexibilidade operacional em cada unidade, ao mesmo tempo em que fornece dados comparáveis, KPIs consistentes e uma base comum para a melhoria contínua.

Graças à ampla experiência da AFRY na indústria de celulose e papel, conseguimos aplicar as melhores práticas e aproveitar os aprendizados de projetos anteriores ao longo de toda a implementação. Como resultado, entregamos, dentro do prazo, uma solução configurada de acordo com as necessidades da Nordic Paper e implantada em todas as unidades de produção.

Erik Matton, Service Area Manager, Industrial IT, AFRY

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Da substituição à geração de valor no longo prazo

Um novo MES não deve ser visto apenas como a substituição de um sistema de TI. Ele representa uma oportunidade para simplificar o ambiente de produção, melhorar a qualidade dos dados, harmonizar processos entre diferentes unidades e construir uma base mais resiliente para o desenvolvimento futuro das operações. Por isso, a análise de viabilidade deve ir além da implementação inicial e considerar aspectos como facilidade de manutenção, suporte, capacidade de integração e o valor esperado de uma maior visibilidade da produção.

O AFRY PaperLine foi desenvolvido para atender às necessidades específicas da indústria de celulose e papel, conectando planejamento, produção e expedição em um único ambiente integrado. A solução oferece suporte a todo o fluxo produtivo e pode ser integrada a sistemas como ERP, automação industrial e ferramentas de relatórios. Complementado por soluções como o ProTAK, para gestão de desempenho, e o AFRY Labelling, para rastreabilidade, o PaperLine ajuda as fábricas a criar um ambiente de produção mais transparente, escalável e orientado ao desempenho.

Tão importante quanto a tecnologia é o modelo de parceria que a sustenta. O MES é uma plataforma operacional de longo prazo e, por isso, as fábricas precisam de um parceiro que compreenda tanto a TI Industrial quanto a realidade da produção de celulose e papel. Isso inclui a capacidade de configurar o sistema de acordo com os processos da fábrica, gerenciar integrações, oferecer suporte aos usuários após o go-live e continuar evoluindo a solução à medida que as necessidades do negócio mudam.

Quando os custos aumentam, o suporte perde qualidade ou a relação com o fornecedor começa a limitar a operação, talvez seja o momento certo para reavaliar a estratégia de MES. Para produtores de celulose e papel, essa avaliação pode abrir caminho para uma operação mais previsível, flexível e orientada à geração de valor, com um ambiente MES capaz de atender às necessidades atuais da produção e às ambições digitais do futuro.

Paper production in red and blue lighting
AFRY MES – PaperLine
Sistema de produção de Celulose & Papel